Execução Penal

Monitoramento eletrônico (tornozeleira): regras e direitos de quem usa

Publicado em 16 de março de 2026 · Dr. Paulo Henrique — OAB/SP 530.894

O monitoramento eletrônico é usado como alternativa à prisão em diversas situações — desde medidas cautelares até o cumprimento de pena em regime aberto ou prisão domiciliar.

Quando é aplicado

Obrigações do monitorado

Manter o equipamento carregado e funcionando, não danificar ou tentar romper o dispositivo (o que configura falta grave e pode ser crime de dano qualificado), e respeitar os limites de área e horário fixados na decisão judicial.

Falha técnica não é falta do usuário: problemas de sinal, bateria ou defeito do próprio equipamento — desde que comunicados imediatamente à central de monitoramento e ao juízo — não devem ser tratados como violação intencional. Documentar essas falhas (protocolos, prints, contato com a central) é essencial para a defesa.

Descumprimento das regras

Sair da área delimitada sem autorização ou romper o equipamento pode levar à revogação do benefício e retorno à prisão — mas a defesa pode demonstrar justificativa (emergência médica, por exemplo) para evitar a revogação.

Dr. Paulo Henrique Silva Antonio
Dr. Paulo Henrique Silva Antonio
OAB/SP 530.894 — PSA Advocacia · Lins/SP

Atendimento presencial na Rua Pedro de Toledo, 366, centro de Lins/SP, e online para todo o Brasil. Atuação em Execução Penal e outras 10 áreas do Direito.

Este é o seu caso?

Cada situação tem detalhes próprios que mudam o caminho jurídico. Conte a sua pelo WhatsApp — orientamos o primeiro passo sem compromisso.

Falar com o advogado Ver nossa página de Execução Penal em Lins/SP →
Leia também
Falar com advogado